Aurora - Apoiando pais na organização da saúde dos filhos
Aurora - Apoiando pais na organização da saúde dos filhos
Aurora - Apoiando pais na organização da saúde dos filhos
Aurora é um aplicativo que empodera pais e responsáveis ao permitir mais organização e controle das informações e compromissos de saúde de seus filhos. Fazendo com que as crianças tenham um cuidado de perto, além de proporcionar tranquilidade e previsibilidade para os responsáveis.
Aurora é um aplicativo que empodera pais e responsáveis ao permitir mais organização e controle das informações e compromissos de saúde de seus filhos. Fazendo com que as crianças tenham um cuidado de perto, além de proporcionar tranquilidade e previsibilidade para os responsáveis.
Papel
Product Designer
Papel
Product Designer
Papel
Product Designer
Tipo
Estudo de Caso
Tipo
Estudo de Caso
Tipo
Estudo de Caso
Tempo do Projeto
4 Meses
Tempo do Projeto
4 Meses
Tempo do Projeto
4 Meses
CONTEXTO
CONTEXTO
CONTEXTO
A ideia inicial para o produto, era de projetar um aplicativo que permita que os pais analisem e imprimam os registros de saúde de seus filhos e vejam quando as suas consultas médicas devem ser feitas.
Mas, ao analisar melhor o contexto da saúde pediátrica no Brasil e as principais dores que pais e responsáveis têm no cuidado com a esfera de saúde da vida das crianças, entendi que a solução definitiva precisava englobar ainda mais, que proporcionassem segurança, previsibilidade e facilidade no gerenciamento das necessidades médicas dos pequenos.
A ideia inicial para o produto, era de projetar um aplicativo que permita que os pais analisem e imprimam os registros de saúde de seus filhos e vejam quando as suas consultas médicas devem ser feitas.
Mas, ao analisar melhor o contexto da saúde pediátrica no Brasil e as principais dores que pais e responsáveis têm no cuidado com a esfera de saúde da vida das crianças, entendi que a solução definitiva precisava englobar ainda mais, que proporcionassem segurança, previsibilidade e facilidade no gerenciamento das necessidades médicas dos pequenos.
A ideia inicial para o produto, era de projetar um aplicativo que permita que os pais analisem e imprimam os registros de saúde de seus filhos e vejam quando as suas consultas médicas devem ser feitas.
Mas, ao analisar melhor o contexto da saúde pediátrica no Brasil e as principais dores que pais e responsáveis têm no cuidado com a esfera de saúde da vida das crianças, entendi que a solução definitiva precisava englobar ainda mais, que proporcionassem segurança, previsibilidade e facilidade no gerenciamento das necessidades médicas dos pequenos.
PROCESSO DE DESIGN
PROCESSO DE DESIGN
PROCESSO DE DESIGN
O framework escolhido para o processo de design, foi o Design Thinking, englobando as etapas de EMPATIA, DEFINIÇÃO, IDEAÇÃO, PROTÓTIPO e TESTE.
O framework escolhido para o processo de design, foi o Design Thinking, englobando as etapas de EMPATIA, DEFINIÇÃO, IDEAÇÃO, PROTÓTIPO e TESTE.
O framework escolhido para o processo de design, foi o Design Thinking, englobando as etapas de EMPATIA, DEFINIÇÃO, IDEAÇÃO, PROTÓTIPO e TESTE.

EMPATIA
EMPATIA
EMPATIA
CENÁRIO ATUAL:
CENÁRIO ATUAL:
Para compreender o contexto e possíveis dores de pais e responsáveis no cuidado com a saúde das crianças, busquei mais informações e dados já disponíveis através de Desk Research.
Com a pesquisa, pude entender que além de consultas e exames, mais um ponto precisaria de atenção: as vacinas. Os dados abaixo mostram a necessidade de olhar para as vacinas com atenção:
Para compreender o contexto e possíveis dores de pais e responsáveis no cuidado com a saúde das crianças, busquei mais informações e dados já disponíveis através de Desk Research.
Com a pesquisa, pude entender que além de consultas e exames, mais um ponto precisaria de atenção: as vacinas. Os dados abaixo mostram a necessidade de olhar para as vacinas com atenção:
Para compreender o contexto e possíveis dores de pais e responsáveis no cuidado com a saúde das crianças, busquei mais informações e dados já disponíveis através de Desk Research.
Com a pesquisa, pude entender que além de consultas e exames, mais um ponto precisaria de atenção: as vacinas. Os dados abaixo mostram a necessidade de olhar para as vacinas com atenção:
Outro ponto percebido durante a Desk Research, foi a de que as informações e registros médicos das crianças, são descentralizados, onde cada consulta tem seu registro armazenado na Unidade de Saúde em que a criança compareceu, o que acaba dificultando o acesso dos pais e seu acompanhamento das necessidades de saúde dos pequenos.
Hoje, o principal documento que os pais têm para mapear a esfera médica da vida de seus filhos, é a Caderneta da Criança, recebida pelos pais ainda na maternidade.
Nela, pais podem incluir informações de identificação da criança e acesso ao Calendário Nacional de Vacinação. Mas, ainda que seja uma ação interessante do Governo Federal, a Caderneta tem suas limitações e por ser física, pode sofrer avarias ou ser esquecida pelos responsáveis da criança.
Outro ponto percebido durante a Desk Research, foi a de que as informações e registros médicos das crianças, são descentralizados, onde cada consulta tem seu registro armazenado na Unidade de Saúde em que a criança compareceu, o que acaba dificultando o acesso dos pais e seu acompanhamento das necessidades de saúde dos pequenos.
Hoje, o principal documento que os pais têm para mapear a esfera médica da vida de seus filhos, é a Caderneta da Criança, recebida pelos pais ainda na maternidade.
Nela, pais podem incluir informações de identificação da criança e acesso ao Calendário Nacional de Vacinação. Mas, ainda que seja uma ação interessante do Governo Federal, a Caderneta tem suas limitações e por ser física, pode sofrer avarias ou ser esquecida pelos responsáveis da criança.
Outro ponto percebido durante a Desk Research, foi a de que as informações e registros médicos das crianças, são descentralizados, onde cada consulta tem seu registro armazenado na Unidade de Saúde em que a criança compareceu, o que acaba dificultando o acesso dos pais e seu acompanhamento das necessidades de saúde dos pequenos.
Hoje, o principal documento que os pais têm para mapear a esfera médica da vida de seus filhos, é a Caderneta da Criança, recebida pelos pais ainda na maternidade.
Nela, pais podem incluir informações de identificação da criança e acesso ao Calendário Nacional de Vacinação. Mas, ainda que seja uma ação interessante do Governo Federal, a Caderneta tem suas limitações e por ser física, pode sofrer avarias ou ser esquecida pelos responsáveis da criança.

PESQUISA COM USUÁRIOS:
PESQUISA COM USUÁRIOS:
Para complementar as informações colhidas durante a Desk Research, fui em busca de mais informações sobre o contexto e dores que pais enfrentam para cuidar da saúde dos filhos e utilizei a Survey como método para obter respostas de usuários reais.
Ao todo, a survey contou com a participação de 27 usuários que responderam sobre hábitos de cuidados com as crianças, e que geraram os seguintes dados:
Para complementar as informações colhidas durante a Desk Research, fui em busca de mais informações sobre o contexto e dores que pais enfrentam para cuidar da saúde dos filhos e utilizei a Survey como método para obter respostas de usuários reais.
Ao todo, a survey contou com a participação de 27 usuários que responderam sobre hábitos de cuidados com as crianças, e que geraram os seguintes dados:
Para complementar as informações colhidas durante a Desk Research, fui em busca de mais informações sobre o contexto e dores que pais enfrentam para cuidar da saúde dos filhos e utilizei a Survey como método para obter respostas de usuários reais.
Ao todo, a survey contou com a participação de 27 usuários que responderam sobre hábitos de cuidados com as crianças, e que geraram os seguintes dados:
Dados Demográficos
Dados Quantitativos
Dados Qualitativos
Desafios Enfrentados
PERSONAS:
PERSONAS:
Com base nos dados colhidos nas etapas de pesquisa e nas percepções qualitativas recebidas, prossegui com a criação de 3 PERSONAS, que serviram de base durante todo o processo de design e na construção do produto digital.
Com base nos dados colhidos nas etapas de pesquisa e nas percepções qualitativas recebidas, prossegui com a criação de 3 PERSONAS, que serviram de base durante todo o processo de design e na construção do produto digital.
Com base nos dados colhidos nas etapas de pesquisa e nas percepções qualitativas recebidas, prossegui com a criação de 3 PERSONAS, que serviram de base durante todo o processo de design e na construção do produto digital.
MAPA DAS JORNADAS DE USUÁRIO:
MAPA DAS JORNADAS DE USUÁRIO:
Por fim, com as informações agrupadas pelas pesquisas e das construções das personas, defini o Mapa das Jornadas de Usuário, para manter os usuários no centro de todo o processo, entendendo dores, pontos de contato, emoções e ações para alcançar suas metas.
Por fim, com as informações agrupadas pelas pesquisas e das construções das personas, defini o Mapa das Jornadas de Usuário, para manter os usuários no centro de todo o processo, entendendo dores, pontos de contato, emoções e ações para alcançar suas metas.
Por fim, com as informações agrupadas pelas pesquisas e das construções das personas, defini o Mapa das Jornadas de Usuário, para manter os usuários no centro de todo o processo, entendendo dores, pontos de contato, emoções e ações para alcançar suas metas.
Com o resultado do Mapa das Jornadas do Usuário, entendi ter compreendido melhor o usuário, suas personas que os representam e as dores e objetivos durante os principais pontos de contato durante a jornada de uso do produto.
Com o resultado do Mapa das Jornadas do Usuário, entendi ter compreendido melhor o usuário, suas personas que os representam e as dores e objetivos durante os principais pontos de contato durante a jornada de uso do produto.
Com o resultado do Mapa das Jornadas do Usuário, entendi ter compreendido melhor o usuário, suas personas que os representam e as dores e objetivos durante os principais pontos de contato durante a jornada de uso do produto.
DEFINIÇÃO
DEFINIÇÃO
DEFINIÇÃO
INTRODUÇÃO:
INTRODUÇÃO:
Após a etapa de Empatia, dei início à etapa de Definição onde o foco principal esteve em identificar com clareza as dores e problemas que a persona tem atualmente e as dores durante sua jornada atual.
Após a etapa de Empatia, dei início à etapa de Definição onde o foco principal esteve em identificar com clareza as dores e problemas que a persona tem atualmente e as dores durante sua jornada atual.
Após a etapa de Empatia, dei início à etapa de Definição onde o foco principal esteve em identificar com clareza as dores e problemas que a persona tem atualmente e as dores durante sua jornada atual.
FRAMEWORK 5W1H:
FRAMEWORK 5W1H:
Como primeiro passo para definir os pontos de dor que seriam priorizados, utilizei o framework 5W1H, com a intenção de descobrir informações importantes para o sucesso do produto e guiar o processo de design me concentrando nos aspectos principais do produto como solução para as personas.
Como primeiro passo para definir os pontos de dor que seriam priorizados, utilizei o framework 5W1H, com a intenção de descobrir informações importantes para o sucesso do produto e guiar o processo de design me concentrando nos aspectos principais do produto como solução para as personas.
Como primeiro passo para definir os pontos de dor que seriam priorizados, utilizei o framework 5W1H, com a intenção de descobrir informações importantes para o sucesso do produto e guiar o processo de design me concentrando nos aspectos principais do produto como solução para as personas.
DECLARAÇÕES DE PROBLEMAS:
DECLARAÇÕES DE PROBLEMAS:
Com os insumos obtidos no exercício do 5W1H, construí Declarações de Problema, com a intenção de ter uma descrição clara das necessidades dos usuários que precisam ser atendidas.
Com os insumos obtidos no exercício do 5W1H, construí Declarações de Problema, com a intenção de ter uma descrição clara das necessidades dos usuários que precisam ser atendidas.
Com os insumos obtidos no exercício do 5W1H, construí Declarações de Problema, com a intenção de ter uma descrição clara das necessidades dos usuários que precisam ser atendidas.
DECLRAÇÕES DE HIPÓTESES:
DECLARAÇÕES DE HIPÓTESES:
Com os problemas mais delimitados e definidos pelas Declarações de Problema, pude pensar em o quê as soluções desses problemas seriam. Para exercitar essa raciocínio, utilizei a fórmula IF/THEN, e o resultado foi usado como base em todas as etapas posteriores durante o design da solução.
Com os problemas mais delimitados e definidos pelas Declarações de Problema, pude pensar em o quê as soluções desses problemas seriam. Para exercitar essa raciocínio, utilizei a fórmula IF/THEN, e o resultado foi usado como base em todas as etapas posteriores durante o design da solução.
Com os problemas mais delimitados e definidos pelas Declarações de Problema, pude pensar em o quê as soluções desses problemas seriam. Para exercitar essa raciocínio, utilizei a fórmula IF/THEN, e o resultado foi usado como base em todas as etapas posteriores durante o design da solução.
IDEAÇÃO
IDEAÇÃO
IDEAÇÃO
INTRODUÇÃO:
INTRODUÇÃO:
Após todo o aprendizado entendendo e criando empatia pelo usuário e trazendo clareza e objetividade para os problemas que seriam trabalhados, iniciei a etapa de IDEAÇÃO, usando todo o contexto anterior como fundamento para criação de soluções que atendam ao usuários e resolva suas dores.
Segui dois princípios importantes durante essa etapa: primeiro, NENHUMA IDEIA É RUIM, afim de gerar o máximo de ideias possíveis. Segundo, seguir os parâmetros de VIABILIDADE, DESEJABILIDADE e PRATICABILIDADE, que fossem centradas nas necessidades dos usuários e possíveis de serem construídas.
Após todo o aprendizado entendendo e criando empatia pelo usuário e trazendo clareza e objetividade para os problemas que seriam trabalhados, iniciei a etapa de IDEAÇÃO, usando todo o contexto anterior como fundamento para criação de soluções que atendam ao usuários e resolva suas dores.
Segui dois princípios importantes durante essa etapa: primeiro, NENHUMA IDEIA É RUIM, afim de gerar o máximo de ideias possíveis. Segundo, seguir os parâmetros de VIABILIDADE, DESEJABILIDADE e PRATICABILIDADE, que fossem centradas nas necessidades dos usuários e possíveis de serem construídas.
Após todo o aprendizado entendendo e criando empatia pelo usuário e trazendo clareza e objetividade para os problemas que seriam trabalhados, iniciei a etapa de IDEAÇÃO, usando todo o contexto anterior como fundamento para criação de soluções que atendam ao usuários e resolva suas dores.
Segui dois princípios importantes durante essa etapa: primeiro, NENHUMA IDEIA É RUIM, afim de gerar o máximo de ideias possíveis. Segundo, seguir os parâmetros de VIABILIDADE, DESEJABILIDADE e PRATICABILIDADE, que fossem centradas nas necessidades dos usuários e possíveis de serem construídas.
ANÁLISE DE CONCORRENTES:
ANÁLISE DE CONCORRENTES:
Antes de pensar em qualquer solução ou feature do zero, fiz uma pesquisa com alguns dos principais concorrentes que o produto teria no futuro, para entender fortalezas, fraquezas, padrões e oportunidades no mercado atualmente.
Antes de pensar em qualquer solução ou feature do zero, fiz uma pesquisa com alguns dos principais concorrentes que o produto teria no futuro, para entender fortalezas, fraquezas, padrões e oportunidades no mercado atualmente.
Antes de pensar em qualquer solução ou feature do zero, fiz uma pesquisa com alguns dos principais concorrentes que o produto teria no futuro, para entender fortalezas, fraquezas, padrões e oportunidades no mercado atualmente.
HOW MIGHT WE:
HOW MIGHT WE:
Com os insights vindos da análise de concorrentes, somado às definições de problemas e hipóteses realizadas na etapa anterior, apliquei a técnica de How Might We para gerar ideias de soluções para as dores de cada persona, e incluí as possibilidades de solução em uma matriz de ESFORÇO X IMPACTO para priorizar essas soluções (para entrarem no backlog para sprints futuras).
Com os insights vindos da análise de concorrentes, somado às definições de problemas e hipóteses realizadas na etapa anterior, apliquei a técnica de How Might We para gerar ideias de soluções para as dores de cada persona, e incluí as possibilidades de solução em uma matriz de ESFORÇO X IMPACTO para priorizar essas soluções (para entrarem no backlog para sprints futuras).
Com os insights vindos da análise de concorrentes, somado às definições de problemas e hipóteses realizadas na etapa anterior, apliquei a técnica de How Might We para gerar ideias de soluções para as dores de cada persona, e incluí as possibilidades de solução em uma matriz de ESFORÇO X IMPACTO para priorizar essas soluções (para entrarem no backlog para sprints futuras).
CRAZY 8s:
CRAZY 8s:
Após o exercício de How Might We, dediquei tempo para realizar os Crazy 8s, afim de continuar gerando ideias e visualizar com mais clareza algumas soluções que pensei durante o processo anterior. Dividi o exercício também por persona, com a ideia de manter cada fluxo principal e necessidade no centro das ideias.
Após o exercício de How Might We, dediquei tempo para realizar os Crazy 8s, afim de continuar gerando ideias e visualizar com mais clareza algumas soluções que pensei durante o processo anterior. Dividi o exercício também por persona, com a ideia de manter cada fluxo principal e necessidade no centro das ideias.
Após o exercício de How Might We, dediquei tempo para realizar os Crazy 8s, afim de continuar gerando ideias e visualizar com mais clareza algumas soluções que pensei durante o processo anterior. Dividi o exercício também por persona, com a ideia de manter cada fluxo principal e necessidade no centro das ideias.
PROTÓTIPO
PROTÓTIPO
PROTÓTIPO
INTRODUÇÃO:
INTRODUÇÃO:
Com as ideias geradas pela etapa de IDEAÇÃO, prossegui para a penúltima etapa do processo de design, a PROTOTIPAÇÃO . Aqui, o foco estava em trazer à realidade as soluções pensadas e priorizadas anteriormente.
Com as ideias geradas pela etapa de IDEAÇÃO, prossegui para a penúltima etapa do processo de design, a PROTOTIPAÇÃO . Aqui, o foco estava em trazer à realidade as soluções pensadas e priorizadas anteriormente.
Com as ideias geradas pela etapa de IDEAÇÃO, prossegui para a penúltima etapa do processo de design, a PROTOTIPAÇÃO . Aqui, o foco estava em trazer à realidade as soluções pensadas e priorizadas anteriormente.
ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO:
ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO:
Para organizar a forma com que as soluções são disponibilizadas aos usuários e fazer com que sejam compreensíveis, iniciei o exercício de ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO, dando ênfase aos pilares de CONTEÚDO (informações dispostas), CONTEXTO (condições de uso) e USUÁRIO (quem utilizará o produto).
Para organizar a forma com que as soluções são disponibilizadas aos usuários e fazer com que sejam compreensíveis, iniciei o exercício de ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO, dando ênfase aos pilares de CONTEÚDO (informações dispostas), CONTEXTO (condições de uso) e USUÁRIO (quem utilizará o produto).
Para organizar a forma com que as soluções são disponibilizadas aos usuários e fazer com que sejam compreensíveis, iniciei o exercício de ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO, dando ênfase aos pilares de CONTEÚDO (informações dispostas), CONTEXTO (condições de uso) e USUÁRIO (quem utilizará o produto).
WIREFRAMES:
WIREFRAMES:
Iniciando o processo de Arquitetura da Informação, coloquei em prática um dos entregáveis mais relevantes dessa etapa, e projetei wireframes dos principais fluxos de usuário e relacionados ao objetivo fundamental de cada persona.
Como uma das personas faz parte de um grupo de pessoas que necessitam de maior apoio e empatia, defini que os wireframes seriam já de MÉDIA FIDELIDADE, afim de comunicar com clareza os conteúdos e reduzir ao máximo qualquer tipo de dúvida durante a realização de futuros testes de usabilidade.
Iniciando o processo de Arquitetura da Informação, coloquei em prática um dos entregáveis mais relevantes dessa etapa, e projetei wireframes dos principais fluxos de usuário e relacionados ao objetivo fundamental de cada persona.
Como uma das personas faz parte de um grupo de pessoas que necessitam de maior apoio e empatia, defini que os wireframes seriam já de MÉDIA FIDELIDADE, afim de comunicar com clareza os conteúdos e reduzir ao máximo qualquer tipo de dúvida durante a realização de futuros testes de usabilidade.
Iniciando o processo de Arquitetura da Informação, coloquei em prática um dos entregáveis mais relevantes dessa etapa, e projetei wireframes dos principais fluxos de usuário e relacionados ao objetivo fundamental de cada persona.
Como uma das personas faz parte de um grupo de pessoas que necessitam de maior apoio e empatia, defini que os wireframes seriam já de MÉDIA FIDELIDADE, afim de comunicar com clareza os conteúdos e reduzir ao máximo qualquer tipo de dúvida durante a realização de futuros testes de usabilidade.
FLUXO 1: PESQUISA DE SINTOMAS/DIAGNÓSTICOS
FLUXO 2: ADICIONAR EVENTOS NO CALENDÁRIO
FLUXO 3: ADICIONAR REGISTROS MÉDICOS
FLUXO 1: PESQUISA DE SINTOMAS/DIAGNÓSTICOS
FLUXO 2: ADICIONAR EVENTOS NO CALENDÁRIO
FLUXO 3: ADICIONAR REGISTROS MÉDICOS
FLUXOS DE USUÁRIO:
FLUXOS DE USUÁRIO:
Para mapear e organizar os fluxos que os usuários farão durante o uso do produto, estabeleci os FLUXOS DE USUÁRIO, para tornar a busca pelos objetivos mais visual. Com os fluxos, pude ajustar a rota dos wireframes antes de projetar o conteúdo com maior fidelidade.
Para mapear e organizar os fluxos que os usuários farão durante o uso do produto, estabeleci os FLUXOS DE USUÁRIO, para tornar a busca pelos objetivos mais visual. Com os fluxos, pude ajustar a rota dos wireframes antes de projetar o conteúdo com maior fidelidade.
Para mapear e organizar os fluxos que os usuários farão durante o uso do produto, estabeleci os FLUXOS DE USUÁRIO, para tornar a busca pelos objetivos mais visual. Com os fluxos, pude ajustar a rota dos wireframes antes de projetar o conteúdo com maior fidelidade.
TESTE
TESTE
TESTE
INTRODUÇÃO:
INTRODUÇÃO:
Com os wireframes de média fidelidade prontos e os fluxos de usuários estabelecidos, prossegui para a última etapa do processo de Design Thinking, a fase de TESTE. Aqui, foquei em testar os fluxos construídos e entender com usuários reais, se a navegação é intuitiva para os pais e responsáveis que usariam Aurora em seu dia a dia.
Com os wireframes de média fidelidade prontos e os fluxos de usuários estabelecidos, prossegui para a última etapa do processo de Design Thinking, a fase de TESTE. Aqui, foquei em testar os fluxos construídos e entender com usuários reais, se a navegação é intuitiva para os pais e responsáveis que usariam Aurora em seu dia a dia.
Com os wireframes de média fidelidade prontos e os fluxos de usuários estabelecidos, prossegui para a última etapa do processo de Design Thinking, a fase de TESTE. Aqui, foquei em testar os fluxos construídos e entender com usuários reais, se a navegação é intuitiva para os pais e responsáveis que usariam Aurora em seu dia a dia.
PLANO DE PESQUISA:
PLANO DE PESQUISA:
Antes de rodar o teste, preparei o PLANO DE PESQUISA, contendo objetivos, KPIs e metodologia à serem utilizados no teste de usabilidade.
Antes de rodar o teste, preparei o PLANO DE PESQUISA, contendo objetivos, KPIs e metodologia à serem utilizados no teste de usabilidade.
Antes de rodar o teste, preparei o PLANO DE PESQUISA, contendo objetivos, KPIs e metodologia à serem utilizados no teste de usabilidade.
Contexto do Projeto
Objetivos de Pesquisa
KPI's
Metodologia
Participantes
Script
TESTE DE USABILIDADE:
TESTE DE USABILIDADE:
O Plano de Pesquisa foi usado como base para o Teste de Usabilidade, que gerou os seguintes resultados:
O Plano de Pesquisa foi usado como base para o Teste de Usabilidade, que gerou os seguintes resultados:
O Plano de Pesquisa foi usado como base para o Teste de Usabilidade, que gerou os seguintes resultados:
Usability Score
Usability Score por Fluxo
Tempo na Tarefa
Taxa de Erros
Principais Insights
O resultado completo pode ser visto abaixo:
O resultado completo pode ser visto abaixo:
UI DESIGN:
UI DESIGN:
Com o resultado e insights vindos do Teste de Usabilidade, obtive insumos suficientes para aumentar a fidelidade do produto, já com as ITERAÇÕES necessárias para melhorar os fluxos e navegação no produto.
Para a criação dos mockups atualizados com os insights do Teste de Usabilidade, desenvolvi o conceito e o GUIA DE ESTILOS que consolidaram os aspectos visuais do produto.
Com o resultado e insights vindos do Teste de Usabilidade, obtive insumos suficientes para aumentar a fidelidade do produto, já com as ITERAÇÕES necessárias para melhorar os fluxos e navegação no produto.
Para a criação dos mockups atualizados com os insights do Teste de Usabilidade, desenvolvi o conceito e o GUIA DE ESTILOS que consolidaram os aspectos visuais do produto.
Com o resultado e insights vindos do Teste de Usabilidade, obtive insumos suficientes para aumentar a fidelidade do produto, já com as ITERAÇÕES necessárias para melhorar os fluxos e navegação no produto.
Para a criação dos mockups atualizados com os insights do Teste de Usabilidade, desenvolvi o conceito e o GUIA DE ESTILOS que consolidaram os aspectos visuais do produto.
CONCEITO DE NOME E SÍMBOLO:
CONCEITO DE NOME E SÍMBOLO:
Com a ideia de se diferenciar do mercado, que utiliza as nomenclaturas "kids", "bebê" e outros para destacar que são produtos voltados ao público infantil ou para responsáveis por crianças, decidi que buscaria outras fontes de inspiração para o conceito da marca.
O nome AURORA, foi escolhido pelo seu significado e por um paralelo encontrado na mitologia romana:
Um dos significados da palavra Aurora, é fase inicial da vida; a infância, a juventude. Já na mitologia romana, Aurora é a deusa do amanhecer, onde renova-se todas as manhãs. Esse conceito de renovação, aliado ao significado de infância foram a essência pela decisão do nome.
Já sobre o logo que representaria Aurora, pensei em trazer a ideia de amanhecer, e que expressei através do sol.
Com a ideia de se diferenciar do mercado, que utiliza as nomenclaturas "kids", "bebê" e outros para destacar que são produtos voltados ao público infantil ou para responsáveis por crianças, decidi que buscaria outras fontes de inspiração para o conceito da marca.
O nome AURORA, foi escolhido pelo seu significado e por um paralelo encontrado na mitologia romana:
Um dos significados da palavra Aurora, é fase inicial da vida; a infância, a juventude. Já na mitologia romana, Aurora é a deusa do amanhecer, onde renova-se todas as manhãs. Esse conceito de renovação, aliado ao significado de infância foram a essência pela decisão do nome.
Já sobre o logo que representaria Aurora, pensei em trazer a ideia de amanhecer, e que expressei através do sol.
Com a ideia de se diferenciar do mercado, que utiliza as nomenclaturas "kids", "bebê" e outros para destacar que são produtos voltados ao público infantil ou para responsáveis por crianças, decidi que buscaria outras fontes de inspiração para o conceito da marca.
O nome AURORA, foi escolhido pelo seu significado e por um paralelo encontrado na mitologia romana:
Um dos significados da palavra Aurora, é fase inicial da vida; a infância, a juventude. Já na mitologia romana, Aurora é a deusa do amanhecer, onde renova-se todas as manhãs. Esse conceito de renovação, aliado ao significado de infância foram a essência pela decisão do nome.
Já sobre o logo que representaria Aurora, pensei em trazer a ideia de amanhecer, e que expressei através do sol.
CORES:
CORES:
As cores principais foram escolhidas por dois principais motivos: primeiro, por se diferenciarem dos concorrentes, que usam em sua maioria tons de azul, e segundo, por remeterem ainda à ideia de amanhecer e complementar o conceito da marca e reforçarem o conceito no produto.
Os tons quentes de laranja simbolizam juventude, energia, vitalidade e calor.
As cores principais foram escolhidas por dois principais motivos: primeiro, por se diferenciarem dos concorrentes, que usam em sua maioria tons de azul, e segundo, por remeterem ainda à ideia de amanhecer e complementar o conceito da marca e reforçarem o conceito no produto.
Os tons quentes de laranja simbolizam juventude, energia, vitalidade e calor.
As cores principais foram escolhidas por dois principais motivos: primeiro, por se diferenciarem dos concorrentes, que usam em sua maioria tons de azul, e segundo, por remeterem ainda à ideia de amanhecer e complementar o conceito da marca e reforçarem o conceito no produto.
Os tons quentes de laranja simbolizam juventude, energia, vitalidade e calor.

TIPOGRAFIA:
TIPOGRAFIA:
A escolha da INTER, se deu pela sua versatilidade e diversidade de pesos, além de ser uma fonte sem serifa que transmite modernidade e simplicidade, além de ser otimizada para leitura em telas.
A altura das linhas também foi pensada buscando melhor legibilidade e aspecto clean, com maior espaço negativo e trazendo equilíbrio visual.
A escolha da INTER, se deu pela sua versatilidade e diversidade de pesos, além de ser uma fonte sem serifa que transmite modernidade e simplicidade, além de ser otimizada para leitura em telas.
A altura das linhas também foi pensada buscando melhor legibilidade e aspecto clean, com maior espaço negativo e trazendo equilíbrio visual.
A escolha da INTER, se deu pela sua versatilidade e diversidade de pesos, além de ser uma fonte sem serifa que transmite modernidade e simplicidade, além de ser otimizada para leitura em telas.
A altura das linhas também foi pensada buscando melhor legibilidade e aspecto clean, com maior espaço negativo e trazendo equilíbrio visual.

DESIGN SYSTEM:
DESIGN SYSTEM:
Pensando em facilitar o desenvolvimento dos mockups, desenvolvi uma série de componentes que puderam ser reaproveitados durante todo o projeto.
Como pontos de destaque, priorizei utilizar a cor primária como destaque, focando na hierarquia visual do layout usando o laranja como chamadas para ação. Já sobre a cor secundária usei mais moderadamente, em ações secundárias ou para componentes próximos e que poderiam confundir o usuário, assim, também trabalhando a hierarquia e leis psicológicas (como o EFEITO DE VON RESTORFF).
Por fim, inclui um border radius para tornar o design dos componentes mais leve, moderno e amigável ao usuário.
Pensando em facilitar o desenvolvimento dos mockups, desenvolvi uma série de componentes que puderam ser reaproveitados durante todo o projeto.
Como pontos de destaque, priorizei utilizar a cor primária como destaque, focando na hierarquia visual do layout usando o laranja como chamadas para ação. Já sobre a cor secundária usei mais moderadamente, em ações secundárias ou para componentes próximos e que poderiam confundir o usuário, assim, também trabalhando a hierarquia e leis psicológicas (como o EFEITO DE VON RESTORFF).
Por fim, inclui um border radius para tornar o design dos componentes mais leve, moderno e amigável ao usuário.
Pensando em facilitar o desenvolvimento dos mockups, desenvolvi uma série de componentes que puderam ser reaproveitados durante todo o projeto.
Como pontos de destaque, priorizei utilizar a cor primária como destaque, focando na hierarquia visual do layout usando o laranja como chamadas para ação. Já sobre a cor secundária usei mais moderadamente, em ações secundárias ou para componentes próximos e que poderiam confundir o usuário, assim, também trabalhando a hierarquia e leis psicológicas (como o EFEITO DE VON RESTORFF).
Por fim, inclui um border radius para tornar o design dos componentes mais leve, moderno e amigável ao usuário.

MOCKUPS:
MOCKUPS:
Com todo o contexto das outras etapas, cheguei ao momento de desenvolver os mockups de alta fidelidade, já com ajustes baseados nos insights trazidos do teste de usabilidade dos wireframes. Ajustei a rota em alguns dos fluxos e trabalhei os detalhes da marca no produto.
Com todo o contexto das outras etapas, cheguei ao momento de desenvolver os mockups de alta fidelidade, já com ajustes baseados nos insights trazidos do teste de usabilidade dos wireframes. Ajustei a rota em alguns dos fluxos e trabalhei os detalhes da marca no produto.
Com todo o contexto das outras etapas, cheguei ao momento de desenvolver os mockups de alta fidelidade, já com ajustes baseados nos insights trazidos do teste de usabilidade dos wireframes. Ajustei a rota em alguns dos fluxos e trabalhei os detalhes da marca no produto.
PRÓXIMOS PASSOS
PRÓXIMOS PASSOS
PRÓXIMOS PASSOS
Com os mockups criados e ajustados, Aurora precisará de um novo ciclo de iteração, para continuar evoluindo como produto e ser lançado no mercado para empoderar pais e responsáveis no cuidado com a saúde de suas crianças.
Esse projeto é um estudo de caso e mesmo não sendo um produto real (por enquanto?!), me fez viver na prática cada uma das etapas do processo de design, e acima de tudo, colocar o usuário final no centro de cada decisão.
Com os mockups criados e ajustados, Aurora precisará de um novo ciclo de iteração, para continuar evoluindo como produto e ser lançado no mercado para empoderar pais e responsáveis no cuidado com a saúde de suas crianças.
Esse projeto é um estudo de caso e mesmo não sendo um produto real (por enquanto?!), me fez viver na prática cada uma das etapas do processo de design, e acima de tudo, colocar o usuário final no centro de cada decisão.
Com os mockups criados e ajustados, Aurora precisará de um novo ciclo de iteração, para continuar evoluindo como produto e ser lançado no mercado para empoderar pais e responsáveis no cuidado com a saúde de suas crianças.
Esse projeto é um estudo de caso e mesmo não sendo um produto real (por enquanto?!), me fez viver na prática cada uma das etapas do processo de design, e acima de tudo, colocar o usuário final no centro de cada decisão.


























